BJORK E SUCO DE ABACAXI.
Sinceramente, não gosto da Bjork. Esta semana foi confirmada sua presença no Tim Festival e eu achei assim, bem neutra. Pode até ser que eu goste do show, pule e grite. Pensando bem, duvido, porque ela me assusta. Gritos de horror ok.
O Chamado 3.
Eu só gosto da Bjork quando ela é uma influência, saca? Por exemplo, Rachael Yamagata. Já falei dela por aqui. Acho simplesmente uma fofa. Adoro aquela voz, as músicas, as letras, os solos de piano, tudo. Rachael é uma mistura de Bjork com Fiona Apple. E não fui eu que afirmei isto com meu conhecimento musical infundado, foi ela.
A Bjork é que nem suco de abacaxi. É legalzinho, mas sempre tem uma opção melhor. A não ser que seja um suco de abacaxi com hortelã. PORRA, aí não tem como escolher outro. Por isso que eu prefiro Rachael Yamagata, com ou sem roupa influência.
Ademais, devo admitir que Juliette and the Licks é muito legal. Não conhecia, continuo não conhecendo aliás, mas ouvi aqui muitas vezes o último CD dela e me fez acelerar. Sim, música legal é aquela que quando você escuta dentro do carro e dirigindo, te dá vontade de acelerar e ultrapassar todos os carros. Ou sou só eu e minha imaginação fértil de achar que estou em um trailler de Velozes e Furiosos.
Bom, agora vou encontrar meu namorado metaleiro. Por que, né? Diferenças apaixonam.
O que seria do suco de carambola se todos gostassem de Bjork?



